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- Masp Mais

- 25 de mai. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 2 de jun. de 2020
Assim como todo pote de ouro fica escondido no final do arco-íris, o MASP também esconde uma riqueza em seu subsolo, um auditório. Quando pensamos no museu, automaticamente vem a nossa mente obras belíssimas de artistas renomados, expostas em cavaletes de cristais, mas o que muitos não sabem é que outras artes também são apresentadas ao público de modo musical, teatral e outros.

A Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH), formação de nível avançado do Instituto Baccarelli, foi uma das atrações que o MASP revelou ao público. A partir de uma iniciativa solidária do Maestro Silvio Baccarelli, surgiu uma das principais organizações sem fins lucrativos e não governamentais do Brasil, nascendo uma orquestra na favela de Heliópolis. O instituto utiliza o ensino musical como ferramenta de inclusão de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, contribuindo com o desenvolvimento social e dando aos alunos oportunidades de profissionalização musical.
A missão de promover a democratização do acesso à música de concerto, levou o grupo a diversos palcos importantes, como Sala São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Citibank House e (claro) MASP Auditório. Óperas como II Guarany, do compositor brasileiro Antônio Carlos Gomes, foram uma das atrações que garantiram muitas lágrimas durante o espetáculo, transmitindo muita emoção ao público.

O Auditório MASP também abrigou a Semana Paulista de Dança, na missão de aproximar a cidade do mundo da dança, por meio de uma programação gratuita. Nesta edição, as apresentações contaram com temas que envolvem encenações de momentos pós-guerras, do mundo feminino, relações amorosas e etc.
Abaixo, um dos espetáculos nomeado de “O Mandarim Maravilhoso”, apresentado pelo Studio 3. Tem como inspiração a criação do húngaro Béla Bartók no caos pós-guerra em que três vagabundos obrigam uma jovem a seduzir e roubar homens que passam pelas ruas.

Por Lara Gabrielli




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